Reajustes e gestão de sinistralidade são dois temas que geram dúvidas frequentes entre empresas e famílias que contratam planos de saúde. Quando feitos sem planejamento, podem trazer consequências financeiras sérias. Neste artigo, você vai entender os principais erros cometidos e como evitá-los com a ajuda de uma consultoria especializada.
O que é sinistralidade e por que ela impacta o reajuste?
Sinistralidade é a relação entre o valor gasto com procedimentos médicos e o valor arrecadado com os prêmios. Se uma operadora paga mais do que recebe, ela precisa reajustar os contratos para equilibrar as contas. O erro mais comum é ignorar esse indicador até o momento da renovação, quando o aumento chega sem aviso prévio.

Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a sinistralidade média do setor ficou em torno de 85% em 2023. Isso significa que, para cada R$ 100 arrecadados, R$ 85 foram gastos com assistência. Quando esse número ultrapassa 90%, os reajustes tendem a ser mais agressivos.
Erro 1: Não monitorar a sinistralidade ao longo do ano
Empresas e famílias que só olham para o plano na hora de renovar perdem a chance de agir preventivamente. A sinistralidade pode subir por fatores como uso excessivo do pronto-socorro, procedimentos de alto custo ou aumento no número de beneficiários com doenças crônicas.
Como evitar: solicite relatórios trimestrais de sinistralidade à operadora ou à consultoria. Assim, é possível identificar tendências e negociar ajustes antes do reajuste anual.
Erro 2: Aceitar o primeiro reajuste proposto sem questionar

Muitos contratantes recebem a carta de reajuste e pagam sem verificar se o percentual está dentro dos limites legais ou contratuais. A ANS define regras claras para reajustes anuais, mas planos empresariais podem ter negociação livre. Aceitar o primeiro valor sem contestação é um erro que pode custar caro.
Como evitar: peça uma planilha detalhada com a composição do reajuste. Uma consultoria como a América Lattina pode analisar se o percentual é justo e, se necessário, intermediar uma negociação.
Erro 3: Fazer reajustes lineares sem considerar o perfil do grupo
Em planos empresariais, aplicar o mesmo percentual de reajuste para todos os funcionários pode ser injusto e desestimular o uso consciente do plano. Grupos com sinistralidade baixa acabam subsidiando os que usam mais.

Como evitar: avalie a possibilidade de reajustes por faixa etária ou por tipo de cobertura. Algumas operadoras oferecem programas de bem-estar que reduzem a sinistralidade e, consequentemente, os reajustes futuros.
Erro 4: Ignorar a gestão de sinistralidade como ferramenta de economia
Reduzir a sinistralidade não é responsabilidade apenas da operadora. Empresas podem adotar medidas como campanhas de prevenção, incentivo ao uso de telemedicina e programas de saúde ocupacional. Famílias podem optar por planos com coparticipação, que estimulam o uso racional.
Como evitar: implemente ações simples, como palestras sobre uso consciente do plano e canais de atendimento para dúvidas sobre cobertura. Uma consultoria pode ajudar a desenhar essas estratégias.
Erro 5: Não contar com apoio especializado na negociação

Muitas empresas e famílias tentam negociar reajustes diretamente com a operadora, sem conhecer as margens de negociação possíveis. Operadoras têm equipes comerciais treinadas para defender seus interesses, e o contratante despreparado sai em desvantagem.
Como evitar: contrate uma consultoria com experiência em planos de saúde, como a América Lattina, que atua há mais de 20 anos. O consultor conhece as práticas do mercado, tem relacionamento com as operadoras e pode conseguir condições mais favoráveis.
Perguntas frequentes sobre reajustes e sinistralidade
Qual o limite legal para reajuste de plano de saúde?
Para planos individuais e familiares, a ANS define um teto anual. Para planos empresariais, não há limite legal, mas o reajuste deve estar previsto em contrato e ser justificado pela sinistralidade do grupo.
Como saber se meu plano terá reajuste?

O reajuste anual é aplicado no mês de aniversário do contrato. A operadora deve enviar carta com antecedência mínima de 30 dias, explicando o percentual e os motivos.
Reduzir a sinistralidade sempre evita reajuste?
Não necessariamente, mas uma sinistralidade baixa dá mais poder de negociação. Operadoras podem conceder descontos ou reajustes menores para grupos com bom desempenho.
Planejar reajustes e gerenciar a sinistralidade não é tarefa simples, mas com orientação especializada é possível evitar surpresas e manter o plano de saúde sustentável. Solicite uma cotação personalizada com a América Lattina e tenha um consultor ao seu lado.

